A arte da penetração

aartedaDepois dos preliminares e de muita brincadeira chega a hora mais conhecida como “a hora H”, ou os “finalmentes” e se você pensa que é só entrar e depois ficar ali a ir e a voltar aqui está o “algo mais” que todos devem saber:

 – Aposte nos preliminares pois ajudam bastante na lubrificação.

A vagina ou o ânus devem estar lubrificados. No caso da vagina, pode bastar a lubrificação natural que é estimulada durante os preliminares do sexo. Mas pode ser que vocês precisem de um lubrificante extra.

 

– Use lubrificantes à base de água.

Porque além de outras coisas, não há risco de reagir com o preservativo. No caso do sexo anal a lubrificação é lei porque o ânus é uma zona sensível e tende a lesar-se mais facilmente na penetração.

 

– O ideal é fazer uma penetração firme e suave ao mesmo tempo.

Tente orientar as coisas de forma a começar apenas com a cabeça do pénis. Vá fazendo pequenas penetrações. A penetração deve ser feita a pouco e pouco para que ambos se vão acostumando.

 

– Para que tenha bastante precisão nos movimentos e bastante carga erótica, é fundamental que tenha um bom movimento de pélvis.

Fique atento à sua vontade de ter orgasmo. Controle isso. Você pode desenvolver esta sensibilidade. Só deve ir mais fundo na penetração se sentir que não vai chegar lá. Se o seu sensor diz que está para vir, então pare com os movimentos, ou pare com a penetração nesse momento. Volte para as preliminares, baixando um pouco a carga erótica (tesão). Com um pouco menos de tesão, você pode começar novamente a empreitada.

 

– Respire.

A respiração mais controlada vai dar-lhe a calma necessária para não ser precoce e aproveitar ao máximo.

 

– Esteja atento(a) às reacções da(o) sua (seu) parceira(o).

Saiba como ela (e) o está a sentir. Imagine como é bom estar lá dentro, com o seu pénis bem tratado, agasalhado, deslizando num vai e vem delicioso. E vá sem culpa de ser feliz!

 

– Penetre mais o seu pénis, pouco a pouco.

 Assim ela vai-se habituando a ele e você vai se familiarizando com ela.

 

– Depois de uma entrada mais profunda, faça alguns movimentos com a sua pélvis, para a frente e para trás, preenchendo-a.

Volte agora para o raso, sentindo-se novamente “na portinha”. Movimentos de penetrações rasas. E vá fundo novamente, intercalando penetrações rasas e profundas. Assim você vai tocando com arte toda a extensão da vagina, inclusive os locais mais sensíveis.

 

– E quando você estiver com todo o seu pénis dentro dela, deixe que o seu osso púbico pressione o dela.

A mulher pode nesse momento usar as suas mãos para acariciar os seus testículos.

 

Divirta-se!! 😉

The big penis book

As Pilas & A Falta de informação

   Já repararam na quantidade de mamas e de conas com que somos bombardeadas a toda a hora, mesmo sem querermos?   Grandes, pequenas, empinadas, redondas, com piercing, para dentro, para fora, mais tapadas ou mais destapadas… A variedade é imensa, é só escolher!

   Actualmente o homem tem toda uma vasta cultura de exposição do corpo feminino, e pode formar uma opinião acerca daquilo que prefere… Ele é revistas, jornais, tv, filmes, anúncios… Até as modas cultivam o decote e a calcinha justa…

   E para as mulheres??? Nada!!! 

   Pilas!??? Nem vê-las!!! É raro encontrar-se uma pila em exibição!!!

   E mesmo as poucas que lá muito de vez em quando se encontram, têm uma razão de ser muito forte, leia-se educativa, para ali estarem, e geralmente estão em estado flácido.

   Até a moda está contra nós! As calças largas e a cair do rabo não deixam sequer hipótese de imaginação. O que é chato, uma vez que nos habilitamos sempre a que nos saiam totolotos ao contrário!

   Porque é que então os homens têm toda uma visão do prato que vão comer, com hipótese de escolher mais ao pormenor os ingredientes, e nós temos de fazer todo um trabalho de palpação?

   É que todas as teorias dos dedos, nariz, etc. muitas vezes dão buraco…

   Imaginem a situação: Um homem extremamente sensual e atraente, com quem já estamos a visualizar toda uma cena de sexo ardente… Temos todo um trabalho de engate subtil e demorado, e quando finalmente já aquecemos o homem e conseguimos ver o material… AAAi!!! Uma pila minúscula… Sem ter ponta por onde se lhe pegue… daquelas que só com muito muito broche e sexo anal, e ainda assim pegam de empurrão…

   Merda de vida! E depois nós, como boas pessoas que somos, tentamos não demonstrar claramente o nosso desapontamento, e mesmo depois de perdermos a ponta toda não esmorecemos para não ferir a susceptibilidade do marmanjo…

   Mas epa… Que isto se podia evitar, podia! Não tenho nada contra as pilas pequenas, muitas delas são realmente trabalhadoras  e inclusivamente são as melhores para o sexo anal, (as muito grandes são desaconselhadas, se não querem ter problemas de contenção renal futuros) mas se estou à espera de uma grande canzana é impossível não desmoralizar…

   Enquanto que se à partida estivesse informada tinha direccionado a minha expectativa para outras práticas mais adequadas ao material disponível… Ou mesmo escolher outro espécimen, porque não?

   Conclusão: Esta sociedade lixa-nos de todas as formas, e a mulher tem sempre que levar com filmes do tipo “ai isso não importa, o amor é que bla-bla-bla-beca-beca-beca…” e toma-lá-um-mau-desempenho-e-não-reclames-porque-és-mulher-e-não-podes-gostar-de-sexo.

   Como tal, mulheres do meu país, apalpem o material o mais cedo possível se não querem entrar pelo cano. E caso verifiquem que a coisa não interessa, há sempre a desculpa do “carro mal estacionado”!

   Com toda esta falta de informação, muitas mulheres conhecem apenas uma ou duas pilas, e por isso estão privadas da liberdade de escolha. Por isso, aqui vai este livro, que recomendo vivamente para que andemos todas mais esclarecidas, e possamos fazer uma escolha consciente e informada!

thebig

   Eu já tenho o meu, custa à volta de 45 euros, o que é barato tendo em conta a qualidade! Aqui podemos ver várias pilas de tamanho acima da média, com imagem de alta definição, e até o famoso “Long Dong Silver” em todo o seu esplendor!

   Explícito e esclarecedor! 😀

   Enjoy!

Tipos de pilas

Tipos de pilas

 

* Primeiro e, a mais vulgar de todas, a pila talo de couve ou varicosa galega: esta pila é muito boa sensitivamente, entra como um parafuso num buraco apertado e parece que vai rodando muito devagarinho; uma pessoa sente-se a rodar com ela e, caso se tenha bebido muito antes, o mais normal é acabar na casa de banho a vomitar como se tivesse passado a noite na montanha russa. Mas, para ver, dá aquela sensação que se vai comer caldo-verde cru e passar o tempo todo a cuspir fios, como se já não bastassem os pintelhos do costume. A maior vantagem é a de ser rica em fibras. E como é de aplicação directa não tem que passar pelo processo da digestão; sendo ainda bastante agradável de administrar (algumas dietas famosas, baseiam-se na utilização deste tipo de fibra).

* Depois, temos a pila balão (confere fotos de Carla Matadinho e namorado): esta é um tipo de pila que tem que ser muito aquecida antes de fazer qualquer coisa, e ao entrar na boca faz tanta impressão como se estivéssemos no dentista; ficamos com a língua dormente, anestesiando qualquer possibilidade evolutiva. Estou em crer que foi o efeito boop causado pelo atrito destas pilas deram origem àquelas bolas de fio que tantas mulheres acham piada. Visualmente são meio ocas e tendem a perder a força rapidamente, são mais parecidas com um grande tumor, e uma pessoa fica à espera de a ver explodir a qualquer momento e desconcentra-se da coisa em si; talvez se fosse o Clooney no Serviço de Urgência em cima de uma maca a coisa ainda passasse. Ao morrer um dador de órgãos com a pila deste formato, normalmente esta é aproveitada para confeccionar uma resistente bola de râguebi; bastando para tal coser as pontas e insuflar.

* Há ainda a pila alérgica: esta é a pior das pilas para ser ver, cheia de manchas, descolorada, parece que o tipo tem uma doença incurável; não há mulher que se sinta tentada a ir com isto. Se for nossa, é gira para contar todas as manchinhas e claro está sempre associada, se possível, a um formato físico que nos permita girar à grande.

* Outro tipo de pila que existe, é a pila morcego: esta é aquela pila de olho fechado que nos ignora, há também quem a chame de pila casmurra e é sobretudo feita para a demora no broche, em que ele nos diz querida, se me conseguires abrir o olhinho com a língua dou-te tudo o que quiseres. Visualmente é um pila que não nos pisca o olho nem sorri para nós, que não fala por si e tem que fazer com que se oiça a voz do dono; decididamente esta é uma pila invisual; embora a sua capacidade de se movimentar no escuro seja bastante preciosa, se o seu utilizador for dado a brincar aos campistas com o lençol pela cabeça.

* Não me posso esquecer da pila comunista ou em foice: é certo que é muito raro existirem aqueles homens com uma erecção tão perfeita que fique tipo mastro esperando o içar da vela, mas há pilas, que em plena erecção ficam tão de ladecos, tão de ladecos, que mais valia termos o clitóris nas paredes da vulva. Esta pila é óptima para acrobacias, daquelas em que durante o acto uma pessoa começa na cama e acaba ao fundo do corredor, preferencialmente pendurada no cabide da entrada. Em termos visuais dá pouco gozo, porque para se ver bem a coisa a tendência é entortar o pescoço, bem como que esta é uma pila muito fugidia, sai-entra, sai-entra, sai-entra, e dá logo aquele ar que o tipo não pesca um boi da coisa, porque sai demasiado depressa (pois, também vivo e já fiz sexo, pelo menos uma vez de certeza).

* A seguir temos a pila joanete: esta pila digo-vos já é uma pila terapêutica; toda a mulher que tem pouca sensibilidade ou uma certa frigidez devia arranjar uma para si. Ao contrário da pila balão, os altos na glande são duros e pequenos, fazem imensa fricção em vários lados ao mesmo tempo. Pois é, é ter quatro ou cinco dedinhos bem sincronizados dentro, todos a trabalharem para o bem comum, uma espécie de hidro-pila-massagem que em vez de deitarem água para fora, puxam água de dentro. Isto é tudo muito bom, mas esta é uma pila que quando alheia se torna um pouco feia, até porque os altos tendem a tomar uma cor diferente do corpo da pila e, lá voltamos nós à pila alérgica. Suspeito porém, que este modelo serviu de base ao vício que algumas pessoas têm, e que consiste em rebentar aquelas bolinhas nos plásticos que às vezes resguardam embalagens.

* A pila socialite é a estrela de todas as pilas: à semelhança de qualquer tio da linha, tem tendência para se meter em tudo o que é sítio importante, o que convenhamos é uma coisa óptima, embora nunca fique tempo suficiente para causar qualquer efeito. Constipa-se por isso muito facilmente; andando metade do tempo com uma textura flácida e ar pingoso como um nariz de bêbado. Visualmente é uma pila que promete muito mas dá pouco.

* Temos ainda a pila trabalhadora ou rapidinha: esta, devido ao seu formato pequeno e ergonómico tem a mania que é mais que as outras. È a pila do gajo que acha que foi feito para o sexo (o tamanho não conta, o que conta é ser mexidinho) e por isso não se cansa, nunca, de mostrar trabalho. Esta pila tem o inconveniente de ser demasiado mexida e dá pouca estabilidade à coisa, sendo a sua maior desvantagem a de não crescer a olhos vistos. Como tal tem pouco impacto, quer visual quer demorado. Os detentores destas pilas costumam ter crédito especial nos stands de automóveis, já que, tal como as suas pilas, são incapazes de medirem a profundidade das estradas e por isso esbarram sempre de frente nas curvas, uma vez que pensam que elas são sempre um bocadinho mais lá à frente.

* Por fim, temos a pila sueca, baptizada assim em memória do cozinheiro do Marretas: esta é daquelas pilas sempre mole, por muito dura que esteja. Tem todas as desvantagens, grande, sem formato ou textura. Enfim, é uma pila sem vida e, se for a nossa, bem…, se for a nossa, temos que gostar muito do gajo e pedir a Blog, já que se lhe deu uma pila frouxa que pelo menos lhe tenha dado umas mãos de ouro. Característica sui generis é a de quando funciona, tal como o cozinheiro sueco manda tudo para trás

Fonte:

http://doidoevanus.blogspot.com/

Sintetiza benzinho, han? 😀