Vaginismo? O que é isso?

Se você é daqueles que ainda acha que o Vaginismo é uma DST, está errado.
Vaginismo não é nada mais que a: “Contracção involuntária dos músculos circunvaginais” (próximos à vagina), o que impede qualquer tipo de penetração na vagina.

A que se deve o vaginismo?
Simples, existe ainda muita gente que instaura o medo, desde cedo, nas mulheres e meninas, seja por razões morais, políticas ou religiosas, para não terem relações sexuais. O sexo é visto como algo sujo, degradante, embaraçoso, repreensível…
Mesmo quando não são os pais a querer controlar, é a sociedade/ cultura/ religião, e torna-se comum a menina ficar com medo da primeira vez, já que toda a comunidade diz que dói.

Esse medo pode provocar a contracção dos músculos, impedindo a penetração. Ou, na maioria dos casos, a penetração poderá até acontecer, mas a mulher sentirá dor.

Por isso, é importante saber que a dor que muitas mulheres descrevem “da primeira vez” é devida a essa contracção muscular.
Se a menina quer que não doa, o melhor é relaxar e compreender melhor o seu corpo, para saber quando está pronta e relaxada.

Todos os homens precisam de saber isto, em vez de se acharem machões por estar a comer uma “gaja apertada”.
É um absurdo ninguém explicar o vaginismo, nem nas escolas.
No entanto, um homem no mínimo compreensivo saberia que, se a garota está tensa, não poderá ser penetrada. Em vez de forçar, ajudaria a deixá-la mais relaxada, calma e saber quando ela estiver pronta.

Mas como saber se estou pronta?
A melhor forma é entender o seu corpo, e para isso o truque é masturbar-se.
Vá à casa de banho e pense em alguém atraente, acaricie-se, veja o que lhe dá prazer, toque-se.
Com o tempo descubra o quanto fica molhada.
Veja se está apertada, tente colocar um dedo, veja se entra facilmente. Depois tente outro.

Com o tempo, você sentirá quando o músculo da vagina está relaxado, assim você saberá se já está pronta para primeira relação sexual, e começar a penetração. Ou se ainda está um pouco tensa e é melhor continuar com mais uns amassos.

O vaginismo só ocorre na primeira vez?
Não. Em muitos casos o vaginismo pode ocorrer devido a um trauma psicológico, como ter sido violada ou conviver com pessoas que condenam o sexo a tempo inteiro.
Em alguns casos é necessário ir a um médico para tratar o problema.

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Orgasmo Clitoriano versus Orgasmo Vaginal

Orgasmo clitoriano x orgasmo vaginal

 

I. Orgasmo feminino: um grande mistério

Nas teorias que elaborou sobre a sexualidade feminina, Freud acreditava ser o clitóris o vestígio de um pénis inferior. Na infância, seria natural o clitóris ser descoberto primeiro como órgão do prazer feminino por ser mais perceptível. Mas, no seu desenvolvimento para a vida adulta, a menina deveria transferir o seu interesse pelo clitóris para a vagina que, por ser um órgão receptor, lhe proporcionaria alcançar a sexualidade madura. Para ele, a atitude feminina normal que a mulher desenvolve para compensar a inveja do pénis é de passividade, submissão e dependência.

Karen Horney, a partir de 1924, desafiou as opiniões de Freud, admitindo a influência da cultura que obrigava as mulheres a adaptarem-se aos desejos dos homens e a encararem essa adaptação como um reflexo da sua verdadeira natureza, e recusando a aceitar a anatomia como destino. Ela considerava ser a capacidade da mulher para a maternidade uma prova da sua superioridade fisiológica – o que era invejado pelos homens – e também como evidência de que a vagina, assim como o clitóris, representa um papel na organização genital infantil das mulheres.

II. Pesquisas sobre a sexualidade chocam público americano

A partir da década de 50, o biólogo Alfred Kinsey estudou os hábitos sexuais da nossa cultura, usando métodos quantitativos, e a teoria da transferência clitoriano-vaginal de Freud começou a ser oficialmente desafiada. Kinsey reuniu sete mil de aproximadamente dezassete mil casos ou observações. Numa palestra na Academia de Medicina de Nova York, em 1955, revelou a uma grande plateia atónita de ilustres médicos a ampla variedade de comportamentos sexuais masculinos e femininos, como a masturbação, o homossexualismo, o coito anal e especialmente as relações extraconjugais, praticados em muito maior número do que a sociedade desejava admitir publicamente.

Como Freud e todos os outros grandes pioneiros, Kinsey cometeu alguns erros. Um deles, que afecta o nosso dilema actual (orgasmo clitoriano versus vaginal), nasceu do seu desejo de ser tão científico quanto possível. Numa pesquisa especial do Instituto Kinsey, tentaram determinar quais as áreas dos órgãos genitais femininos mais sensíveis ao estímulo sexual. Três ginecologistas homens e duas mulheres testaram mais de oitocentas voluntárias, tocando dezasseis pontos, inclusive o clitóris, os grandes e pequenos lábios, a mucosa vaginal e o colo do útero.

Desejando ser impessoais e científicos, os experimentadores não quiseram tocar directamente as pessoas pesquisadas. Foi usado então um dispositivo semelhante a uma ponte em Q. Os pesquisadores de Kinsey perceberam que as áreas sensíveis da vagina respondem à pressão forte, mas não ao toque suave, e assim concluíram que o clitóris é sensível e a vagina não.

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III. O acto sexual é observado em laboratório

Masters e Johnson, encorajados pelo progresso científico do trabalho de Kinsey, decidiram observar, pela primeira vez, o sexo em laboratório. Devido ao erro de Kinsey, eles admitiram que a capacidade da masturbação até atingir o orgasmo pelo estímulo do clitóris era o ponto crucial da resposta sexual feminina normal. “Agora sabemos que eles se esqueceram, ou deixaram passar, as mulheres que funcionam de modo diferente”, disseram eles. Passaram a defender, então, que todos os orgasmos femininos envolvem o clitóris e são fisiologicamente indistinguíveis. Para eles, todos os orgasmos da mulher envolvem o contacto com outras partes da abertura da vagina, provocando uma fricção entre o clitóris e o seu próprio capuz. A mesma fricção que ocorre durante a masturbação pode ocorrer durante o coito.

IV. Orgasmo clitoriano: imaturo ou o único possível?

Para Freud o orgasmo clitoriano era imaturo, para Masters e Johnson, o único orgasmo possível. Em 1977, Alice e Harold Ladas decidiram elaborar e enviar um questionário anónimo para 198 mulheres analistas bioenergéticas, com o objectivo de discutir as diferenças teóricas que envolviam a importância do clitóris. Acreditavam que assim elas estariam mais livres para responder, já que manter interesse pelo clitóris, para elas, era ser imaturo.

A grande conclusão dessa pesquisa foi desafiar a teoria freudiana da transferência clitoriano-vaginal. De acordo com o que responderam, as mulheres não prefeririam abandonar o clitóris em favor da vagina, mas, pelo contrário, adicionar a sensibilidade vaginal ao seu desfrute do estímulo clitoriano!

V. Todas as formas de orgasmo valem a pena

Em 1980, os resultados desse estudo foram apresentados por Alice Ladas no congresso nacional da Sociedade para o Estudo Científico do Sexo, onde demonstrou que os orgasmos não implicam necessariamente o clitóris e também que o orgasmo clitoriano não é imaturo. No mesmo congresso, ela tomou conhecimento pela primeira vez do trabalho de John Perry e Beverly Whipple sobre o ponto G e a ejaculação feminina.

É de admirar que 20 anos depois alguns autores ainda afirmem que todo o orgasmo feminino tem que passar pelo clitóris. Dizem que sempre que a mulher tem orgasmo durante a penetração é porque o clitóris foi estimulado de alguma forma. Mas isso não é verdade, é o tipo de afirmação que prejudica e limita o prazer das mulheres.

A mulher pode ter orgasmo sem haver penetração. Quanto a isso ninguém duvida. Geralmente é assim quando ela se masturba. No aparelho genital externo o orgasmo pode ocorrer em várias partes, principalmente no clitóris e nos pequenos lábios, que são áreas com mais terminações nervosas. Com a penetração do pénis, a mulher pode ter orgasmo de duas formas: contraindo os músculos da vagina e se o ponto G é pressionado e estimulado adequadamente. Isso não impede, entretanto, que, com o movimento do pénis dentro da vagina, o clitóris também seja estimulado. É o que se chama de orgasmo combinado.

VI. As melhores posições para o orgasmo vaginal

A posição do homem e da mulher durante o acto sexual tem relação com o estímulo do ponto G e a cooperação entre os parceiros é fundamental. Gräfenberg, o médico que descreveu esse ponto, afirma que o ângulo que o pénis forma com o corpo tem um significado importante e deve ser tido em conta.

Cada vez mais mulheres conhecem as diferentes formas de prazer sexual. Uma mulher de 25 anos contou a sua experiência: “Com meu ex-namorado acontecia uma coisa que não acontece com os outros parceiros. Quando ficávamos um de frente para o outro, o seu pénis alcançava aquele ponto dentro da minha vagina que me dava um prazer louco. Tinha muitos orgasmos seguidos e às vezes até ejaculava. Acho que era a maneira pela qual o pénis dele ficava erecto, encostado de encontro à sua barriga.”

Mas esse não é a única forma. Para alguns casais, a mulher estando por cima é a melhor posição para estimular a área do ponto G. Neste caso, um pénis de menor tamanho pode até ser mais eficiente do que um maior. Muitas mulheres consideram o orgasmo vaginal qualitativamente superior ao orgasmo clitoriano. Elas declaram que é melhor porque envolve o corpo inteiro, diferente do orgasmo clitoriano, que pode ser mais agudo, talvez mais forte, mas a sensação situa-se apenas na área genital.

Entretanto, isso não significa em absoluto que o orgasmo clitoriano não seja também delicioso. O problema é que há mulheres que se sentem diminuídas, como se fossem menos mulheres, por não conseguir orgasmos vaginais. Isso é um absurdo. Com toda a repressão da sexualidade feminina, seria estranho se o orgasmo da mulher fosse algo simples.

Nenhuma mulher é obrigada a perseguir o orgasmo vaginal, transformando a sua vida sexual numa fonte de ansiedade e sofrimento. Contudo, o sexo é uma aprendizagem. É instintivo e natural apenas para a procriação, mas para o prazer todos temos muito que aprender. Usufruindo, na troca com o outro, do máximo que o sexo nos pode proporcionar, vamo-nos transformando e a vida vai-se tornando cada vez mais apetecível.

Livro consultado: A cama na varanda, Regina Navarro Lins, Editora Rocco, 1997.

A arte da penetração

aartedaDepois dos preliminares e de muita brincadeira chega a hora mais conhecida como “a hora H”, ou os “finalmentes” e se você pensa que é só entrar e depois ficar ali a ir e a voltar aqui está o “algo mais” que todos devem saber:

 – Aposte nos preliminares pois ajudam bastante na lubrificação.

A vagina ou o ânus devem estar lubrificados. No caso da vagina, pode bastar a lubrificação natural que é estimulada durante os preliminares do sexo. Mas pode ser que vocês precisem de um lubrificante extra.

 

- Use lubrificantes à base de água.

Porque além de outras coisas, não há risco de reagir com o preservativo. No caso do sexo anal a lubrificação é lei porque o ânus é uma zona sensível e tende a lesar-se mais facilmente na penetração.

 

- O ideal é fazer uma penetração firme e suave ao mesmo tempo.

Tente orientar as coisas de forma a começar apenas com a cabeça do pénis. Vá fazendo pequenas penetrações. A penetração deve ser feita a pouco e pouco para que ambos se vão acostumando.

 

- Para que tenha bastante precisão nos movimentos e bastante carga erótica, é fundamental que tenha um bom movimento de pélvis.

Fique atento à sua vontade de ter orgasmo. Controle isso. Você pode desenvolver esta sensibilidade. Só deve ir mais fundo na penetração se sentir que não vai chegar lá. Se o seu sensor diz que está para vir, então pare com os movimentos, ou pare com a penetração nesse momento. Volte para as preliminares, baixando um pouco a carga erótica (tesão). Com um pouco menos de tesão, você pode começar novamente a empreitada.

 

- Respire.

A respiração mais controlada vai dar-lhe a calma necessária para não ser precoce e aproveitar ao máximo.

 

- Esteja atento(a) às reacções da(o) sua (seu) parceira(o).

Saiba como ela (e) o está a sentir. Imagine como é bom estar lá dentro, com o seu pénis bem tratado, agasalhado, deslizando num vai e vem delicioso. E vá sem culpa de ser feliz!

 

- Penetre mais o seu pénis, pouco a pouco.

 Assim ela vai-se habituando a ele e você vai se familiarizando com ela.

 

- Depois de uma entrada mais profunda, faça alguns movimentos com a sua pélvis, para a frente e para trás, preenchendo-a.

Volte agora para o raso, sentindo-se novamente “na portinha”. Movimentos de penetrações rasas. E vá fundo novamente, intercalando penetrações rasas e profundas. Assim você vai tocando com arte toda a extensão da vagina, inclusive os locais mais sensíveis.

 

- E quando você estiver com todo o seu pénis dentro dela, deixe que o seu osso púbico pressione o dela.

A mulher pode nesse momento usar as suas mãos para acariciar os seus testículos.

 

Divirta-se!! ;)

Ménage à trois – Quer experimentar?

Você já pensou num ménage à trois?

 
 
 

Todas as pessoas têm fantasias sexuais, mas poucas são as que têm a disposição (e a coragem) para realizá-las.

Fazer amor na praia, dentro do WC de um restaurante, no elevador ou, quem sabe, uma relação a três! Você já pensou em fazer parte de um “ménage à trois”?

O “ménage à trois” não é algo assim tão absurdo. Vários homens sonham em fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo e, entre as mulheres, não são poucas as que se perguntam como seria ir para a cama com dois homens. O ménage pode ser uma boa maneira de testar formas novas de sentir prazer, desde que você esteja à vontade e queira, de verdade, experimentar.

Antes de mais nada, é essencial pensar bem e escolher a melhor companhia para a aventura. O “ménage à trois” pode ser uma experiência sexual fantástica, desde que a escolha dos parceiros seja acertada. Além disso, é preciso pensar com clareza o que se espera da situação. Se é apenas um jogo ou uma forma de ampliar o leque de opções sexuais, pode ser muito agradável. Mas se o “day after” puder representar um problema, é melhor deixar de lado.

Para tornar o seu primeiro ménage inesquecível – e sem traumas – o ideal é escolher uma amiga de confiança ou um conhecido interessante. É melhor não haver relações de afectividade muito estreitas com a terceira pessoa – se você for fazer isso com o seu namorado – ou entre o grupo inteiro. E, claro, se você estiver num relacionamento, converse muito bem sobre as condições do ménage, para não ter problemas no dia seguinte.

Deixe-se levar – sem timidez
É melhor não fazer planos excessivos para o dia do ménage. Um banho demorado e sensual, uma luz sugestiva e pouca roupa já conseguem criar o clima. O resto fica por conta da imaginação de cada um.

Quando há três numa cama, a timidez está terminantemente proibida. Quem fica à espera que os outros satisfaçam os seus desejos, pode acabar a passar fome. Cada um deve tomar a iniciativa e provocar as fantasias do outro. É importante falar, expressar as suas sensações e mostrar os seus desejos. Sem isso, a experiência pode ser extremamente frustrante.

Beijos, carícias, massagens
É muito importante que cada pessoa tenha contacto físico forte com pelo menos um dos participantes, durante todo o tempo. Para isso vale tudo: beijos, carícias, massagens… em todas as partes possíveis.

A brincadeira pode durar até que as forças se esgotem. Mas não se esqueça que a excitação de três é bem maior que a de um casal e, por isso, a noite promete ser longa. E, como último conselho, um trio não se despede sem se falar. É melhor que todos comentem o que a experiência representou para cada um para evitar constrangimentos quando se encontrarem uma próxima vez.

Pompoarismo

Ginástica sexual com acessórios

Confira os benefícios do Pompoarismo:

- Fortalece os músculos vaginais aumentando o prazer sexual do casal.
– Regula os hormônios, pois ativa a circulação da área pélvica.
– Conserva por mais tempo a libido das pessoas que praticam os exercícios regularmente.
– Ajuda no tratamento de frigidez.
– Auxilia e previne problema de incontinência urinária, queda do útero, bexiga, flacidez vaginal.
– Proporciona orgasmos mais intensos.
– Dá maior mobilidade aos quadris e a área pélvica.
– Melhora a performance da mulher na cama.
– Eleva a auto-estima, pois você se sente mais segura e poderosa.
– As praticantes do pompoarismo ficam sexualmente mais preparadas, melhorando sua intimidade.
– Mulheres que têm parceiros com ejaculação precoce podem utilizar o pompoarismo para amenizar e, junto com a terapia, superar o problema.

Treinamento com acessórios.
O Bem Wa é um conjunto de duas bolinhas orientais presas por um cordão.
As bolinhas orientais (Ben Wa) são encontradas em lojas especializadas em produtos eróticos, são conhecidas também como bolinhas tailandesas.
Elas tem um peso em seu interior e medem aproximadamente 3,5 cm de largura. Podem ser apresentadas em vários materiais como por exemplo em silicone que é um ótimo material.
Faça a assepsia das bolinhas com sabonete íntimo antes e depois de seu uso. Passe um lubrificante à base de água na vagina e no acessório. Utilizando o conjunto de bolinhas orientais inspire pelo nariz e introduza a primeira bolinha na vagina. Movimente alternadamente os anéis musculares de fora para dentro, forçando a entrada da segunda bolinha. Relaxe expirando pela boca. Em seguida expire pelo nariz e faça o movimento contrário para expulsar cada bolinha e relaxe expirando pela boca. No início, você deverá usar uma das mãos tanto para auxiliar na entrada como na saída das bolinhas.

Usando o vibrador.
O vibrador deve ter a forma cilíndrica, medindo aproximadamente 17 cm de comprimento por 2,5 cm de largura e com a superfície lisa. Introduza a ponta do vibrador devidamente lubrificada na vagina. Inspire pelo nariz e faça um esforço de sucção até que ele tenha sido introduzido parcialmente em sua vagina, relaxe e expire pela boca. Inspire pelo nariz e contraia toda a musculatura vaginal e relaxe, expirando pela boca. Inspire novamente pelo nariz e faça um movimento de expulsão para que ele saia da vagina. Quando isso acontecer relaxe e expire pela boca. Ao introduzí-lo tome cuidado para que ele não pressione o colo do útero de forma que possa provocar qualquer sensação de desconforto. No início você terá que ajudar com uma das mãos, pois a sucção é muito difícil, em 6 meses você deve dominar a prática.
Esse exercício deve ser executado na posição sentada ou em pé. Pratique-o de 15 a 20 minutos por dia. O tempo para perceber os resultados dos exercícios varia de mulher para mulher. Não se preocupe. Faça no seu tempo. Respeite o seu ritmo.
Depois que aprendeu os exercícios básicos, a pompoarista pode combinar os movimentos e usá-los com o seu parceiro. Segure um pouco o vaivém, fique paradinha (você fica em cima dele) e experimente essas novas sensações.

Entenda os movimentos básicos do pompoar:

- Chupitar: sugar o pênis movimentando a vagina como se fosse uma boca de uma criança chupando uma chupeta ou mamadeira;
– Estrangular: apertar o pescoço da glande do pênis com o anel muscular do colo do útero que estiver melhor posicionado. É esse movimento que se pratica no tantra para evitar a ejaculação;
– Expelir: forçar a expulsão do pênis até que só a glande continue introduzida.
– Ordenhar: massagear o pênis do parceiro, apertando do primeiro até o último anel muscular do colo do útero, de forma cadenciada, e depois soltá-lo;
– Sugar: o parceiro deve introduzir somente a glande do pênis na vagina e a mulher deve fazer um movimento de sucção, forçando sua entrada por completo;
– Travar: contrair fortemente a vagina impedindo a saída do pênis;
– Morder: é parecido com o estrangular, é dar aquelas “mordidinhas” rápidas com a vagina, como se estivesse beliscando o pênis.
Esses movimentos podem ser executados com força e velocidade adequadas para cada casal. Podem ser repetidos, alternados ou conjugados, sempre com o objetivo de aumentar o prazer sexual.

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