8 passos para nunca mais perder um orgasmo

Inúmeros caminhos levam ao paraíso. A masturbação é um deles, pois ajuda você a se conhecer. Um namorado bem treinado também. Aqui, maneiras de conseguir um orgasmo — solo ou bem acompanhada.

Com este passo-a-passo, você chegará ao clímax antes do que imagina! De sexo oral a estimulação do ânus, passando por profundas penetrações, a relação entre você e o seu querido ficará ainda mais incendiária. Siga do primeiro ao oitavo passo e aproveite os orgasmos i-nes-que-cí-veis!

sensual110

1. USAR O PODER DA ÁGUA

Antes de chegar à cama, que tal começar a explorar seu corpo ainda no banho, para “acordar” as sensações eróticas? É que a água morna ajuda a despertar as terminações nervosas da pele, que transportam as mensagens para seu sistema nervoso central. Você também pode comprar uma esponja vibratória (há vários modelos, como os que imitam coração e morango) para ajudá-la a estimular algumas regiões de maneira mais intensa. Se estiver no quarto, aposte em um lubrificante, especialmente aqueles que proporcionam a sensação de calor local, à venda praticamente em todas as sex shops

2. INVESTIR NAS FANTASIAS

O cérebro é mesmo um poderoso órgão sexual, os estudiosos não têm nenhuma dúvida disso. Segundo a sexóloga Kate Taylor, autora do livro The Good Orgasm Guide (Um bom guia do orgasmo), nada menos que 78% das mulheres precisam das fantasias para conseguir um orgasmo durante a transa e 99% chegam lá quando se masturbam. Assim, pensar no Josh Holoway, do seriado Lost, no Reynaldo Gianecchini ou no bonitão que faz você virar o pescoço na academia enquanto se estimula (ou é estimulada), por exemplo, pode fazer a diferença e fazer a sua mente se manter ligada no prazer.

3. DOMESTICAR SEU GATO

Quando o rapaz estiver deitado de barriga para cima, sente-se sobre ele sem deixar que ponha o pênis dentro da vagina. Curve-se, então, para beijá-lo e acariciá-lo. Ele se sentirá obrigado a tocá-la em todos os cantos que estiverem ao alcance das mãos. A certa altura, peça que se sente e então jogue sua cabeça para trás, convidando-o a beijar seu pescoço, ombros e seios. Enquanto isso, friccione com suavidade seu clitóris contra o osso púbico dele. No momento em que estiver pronta para saborear o prato principal, diga algo do tipo “Estou louca para sentir você dentro de mim”.

4. TURBINAR A PENETRAÇÃO

No auge da transa, explique que ele precisa manter um contato satisfatório com o clitóris ou com o ponto G para você chegar lá. Se o gato a penetra por trás e de baixo para cima, por exemplo, o pênis terá bastante contato com a parede frontal da vagina, onde fica seu botão mágico. Recorra ainda à sinalização corporal. Gostaria que o rapaz fosse mais fundo? Empurre seu bumbum para trás, em direção ao moço. Ele vai entender. Mais uma dica que funciona: na posição papai-e-mamãe, se você precisa de fricção, afaste gentilmente os ombros dele e diga: “Fico bem melhor quando posso me movimentar debaixo de você”.

5. VARIAR O MENU

Sexo oral é uma forma praticamente garantida de chegar lá. Mas sugira com linguagem corporal (e não verbal). Tente, por exemplo, roçar seu corpo na cabeça dele para sinalizar que deseja mais pressão e indicar a direção certa. Sutil demais? Puxe para baixo a pele que recobre o clitóris, deixando-o exposto, a fim de encorajar o rapaz. E esconda-o com um dedo se preferir que ele estimule os arredores. Peça que a acaricie com toda a língua, e não só a ponta, pois cada parte dela gera uma sensação diferente ao toque. Numa posição confortável, não ficarão cansados e você não se apressará para o clímax — que poderá acontecer antes do que imagina.

6. MULTIPLICAR PONTOS DE PRAZER

Descobrir (várias) regiões quentes do seu corpo e não seguir sempre o mesmo roteiro facilita orgasmos inesperados. Se carícias na curva do pescoço a deixam cheia de tesão, conte o segredo ao gato. Ter os dedos das mãos ou dos pés sugados também costuma provocar forte excitação. A estimulação dos mamilos com um vibrador de baixa potência pode ser extremamente prazerosa para muitas mulheres. Seu namorado pode ajudar deslizando as mãos pela parte interna de suas coxas, pelo seu monte de Vênus e pelos lábios vaginais antes de chegar ao clitóris, pois aumentam a irrigação sanguínea na pélvis.

7. RECUAR PARA AVANÇAR

Arrisque deixar que sua excitação alcance um grau moderado e, então, interrompa a estimulação para que o desejo diminua mas não desapareça por completo. Recomece de modo que você vá um pouco além do ponto em que estava anteriormente. Então, reduza outra vez. Continue assim, indo e vindo, até chegar ao orgasmo. Esse exercício faz sua energia sexual aumentar, garantindo um prazer mais intenso. Se quiser tentar outro orgasmo, logo após o primeiro, recomece a estimulação para manter o nível de excitação e preparar-se para um novo. A intensidade pode ser menor, mas é bom do mesmo jeito.

8. DESCOBRIR O TRIORGASMO

Você já ouviu falar sobre o orgasmo combo, obtido por intermédio da estimulação simultânea do clitóris e do seu ponto G. Mas, segundo a sexóloga Ava Cadell, é possível conseguir um clímax ainda mais poderoso: o triorgasmo. Para isso, ela sugere estimular também o ânus durante o combo. Experimente pedir ao namorado que insira a ponta do dedo bem ali, com a ajuda de um lubrificante, quando a excitação estiver em alta. Alguns vibradores triplos já estão à venda nas sex shops, mas, antes de convidar o gato para a novidade, teste sozinha a fim de descobrir se ficará realmente à vontade.

O que você não deve esquecer, jamais!

• Descobrir quais são as zonas erógenas capazes de levá-la ao êxtase e revelar a ele.

• Estimular-se física e mentalmente antes (já pensou em sexo enquanto dirigia?)

• Direcionar as mãos, a boca e o pênis de seu querido para onde sabe que sente mais prazer.

O que facilita o clímax, sempre

• Saber o que é o orgasmo, não importa se você somente o experimentou sozinha.

• Transar apenas quando estiver com vontade.

• Aumentar a intimidade com o parceiro — sempre.

• Estar plenamente envolvida com algum estímulo erótico, que pode ser uma cena de filme, uma fantasia ou lembranças ultra picantes.

• Acariciar o seu clitóris antes e durante o sexo — ou pedir ao seu bonitão que o faça.

• Ficar totalmente solta na relação e sem sentir vergonha de nada.

• Tirar do quarto tudo o que possa distraí-la na hora da transa.

• Relaxar e prestar atenção nas reacções do seu corpo, e não apenas no namorado.

O truque da respiração

Ao inspirar profundamente e contrair a região pélvica enquanto ele a penetra, você potencializa o fluxo de sangue nessa área. Mais: respirar em uníssono é um segredinho tântrico que pode elevar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente conseguem frear a pressa do orgasmo a fim de um resultado mais intenso.

O poder da adrenalina

Se você procura um tipo de lazer diferente para os próximos fins-de-semana, vai adorar saber disso. Pesquisas recentes demonstraram que assumir comportamentos que liberem adrenalina (seja escalar paredões de pedra, seja apenas assistir a um filme realmente assustador) ajuda a estimular a dopamina no cérebro, o que faz os fluidos corporais circular mais depressa, melhorando a resposta sexual.

Vaginismo? O que é isso?

Se você é daqueles que ainda acha que o Vaginismo é uma DST, está errado.
Vaginismo não é nada mais que a: “Contracção involuntária dos músculos circunvaginais” (próximos à vagina), o que impede qualquer tipo de penetração na vagina.

A que se deve o vaginismo?
Simples, existe ainda muita gente que instaura o medo, desde cedo, nas mulheres e meninas, seja por razões morais, políticas ou religiosas, para não terem relações sexuais. O sexo é visto como algo sujo, degradante, embaraçoso, repreensível…
Mesmo quando não são os pais a querer controlar, é a sociedade/ cultura/ religião, e torna-se comum a menina ficar com medo da primeira vez, já que toda a comunidade diz que dói.

Esse medo pode provocar a contracção dos músculos, impedindo a penetração. Ou, na maioria dos casos, a penetração poderá até acontecer, mas a mulher sentirá dor.

Por isso, é importante saber que a dor que muitas mulheres descrevem “da primeira vez” é devida a essa contracção muscular.
Se a menina quer que não doa, o melhor é relaxar e compreender melhor o seu corpo, para saber quando está pronta e relaxada.

Todos os homens precisam de saber isto, em vez de se acharem machões por estar a comer uma “gaja apertada”.
É um absurdo ninguém explicar o vaginismo, nem nas escolas.
No entanto, um homem no mínimo compreensivo saberia que, se a garota está tensa, não poderá ser penetrada. Em vez de forçar, ajudaria a deixá-la mais relaxada, calma e saber quando ela estiver pronta.

Mas como saber se estou pronta?
A melhor forma é entender o seu corpo, e para isso o truque é masturbar-se.
Vá à casa de banho e pense em alguém atraente, acaricie-se, veja o que lhe dá prazer, toque-se.
Com o tempo descubra o quanto fica molhada.
Veja se está apertada, tente colocar um dedo, veja se entra facilmente. Depois tente outro.

Com o tempo, você sentirá quando o músculo da vagina está relaxado, assim você saberá se já está pronta para primeira relação sexual, e começar a penetração. Ou se ainda está um pouco tensa e é melhor continuar com mais uns amassos.

O vaginismo só ocorre na primeira vez?
Não. Em muitos casos o vaginismo pode ocorrer devido a um trauma psicológico, como ter sido violada ou conviver com pessoas que condenam o sexo a tempo inteiro.
Em alguns casos é necessário ir a um médico para tratar o problema.

sensual

50 Razões para se ter SEXO:

De acordo com um episódio de How I Met Your Mother (Foi Assim Que Aconteceu), aqui ficam 50 razões para se ter sexo ( para quem ainda precisa de argumentos):

1 – porque não se consegue adormecer
2 – sexo para fazer as pazes
3 – sexo de quando se acaba uma relação
4 – um amigo falou-nos de uma posição nova
5 – vingança
6 – quando se arranja alguém imediatamente a seguir ao fim de uma relação para esquecermos a outra pessoa
7 – quando nos metemos com alguém só para termos um sítio onde ficar quando estamos de visita longe de casa
8 – porque não há nada de jeito na televisão
9 – porque se está num hotel
10 – curiosidade
11 – porque está a chover
12 – porque está no intervalo do jogo
13 – dieta/exercício
14 – para celebrar uma perda de peso recente
15 – para que a nossa cama de infância sirva finalmente de palco a algo de interessante
16 – baile de finalistas
17 – já lá estamos em casa dele/a e não nos apetece pegar no carro outra vez
18 – para mostrar lingerie nova
19 – para celebrar uma vitória importante da equipa preferida e/ou de candidato político preferido
20 – oportunidade de o fazer num local específico (ex. num avião, na casa-de-banho do Burger King)
21 – para provar que não estamos numa fase assim tão má
22 – para aliviar o stress
23 – porque temos a depilação perfeitinha
24 – porque nos esquecemos de comprar o presente de anos
25 – porque está a dar a música “Let’s Get It On” do Marvin Gaye
26 – para celebrar a alegria de se estar vivo depois de uma experiência de quase-morte
27 – oportunidade única de o fazer com uma celebridade
28 – para controlar o tempo de cozedura de um ovo
29 – para evitar ter que fazer limpezas, estudar ou qualquer outro tipo de trabalho
30 – porque ela quer
31 – porque está frio lá fora
32 – para animar alguém (por pena)
33 – para manter o ritmo dos vizinhos
34 – porque o nosso companheiro de casa está fora e podemos fazê-lo no sofá
35 – sexo muitooo protegido para celebrar o facto de que ela afinal não está grávida
36 – prática
37 – porque a pessoa com quem estamos tem ar condicionado e nós não
38 – porque a pessoa com quem estamos é de um país de onde ainda não tivémos sexo com ninguém
39 – sexo do estilo “bolas, as tuas pernas ficam mesmo giras nesses calções”
40 – porque se ligou à pessoa errada mas ela até está virada para isso
41 – porque a pessoa se parece com aquele/a primo/a super atraente e isso é o mais perto que poderemos estar de dormir com ele/a sem qualquer problema
42 – para estrear um novo apartamento
43 – porque nos dizem que nos amam e não estamos preparados para o dizer de volta
44 – porque alguém tem que ficar com a pessoa pouco atractiva que é amiga da pessoa gira que os nossos amigos estão a tentar engatar
45 – porque os preservativos estão quase fora de validade
46 – porque as coisas estão a ficar duras
47 – falhas de comunicação (tipo, “ai, deixei cair um Cheeto no teu colo, vou lá buscar…)
48 – para reforçar bom comportamento (como fazer a barba ou lavar os dentes)
49 – para mudar de assunto
50 – amor.1299144

Orgasmo Clitoriano versus Orgasmo Vaginal

Orgasmo clitoriano x orgasmo vaginal

 

I. Orgasmo feminino: um grande mistério

Nas teorias que elaborou sobre a sexualidade feminina, Freud acreditava ser o clitóris o vestígio de um pénis inferior. Na infância, seria natural o clitóris ser descoberto primeiro como órgão do prazer feminino por ser mais perceptível. Mas, no seu desenvolvimento para a vida adulta, a menina deveria transferir o seu interesse pelo clitóris para a vagina que, por ser um órgão receptor, lhe proporcionaria alcançar a sexualidade madura. Para ele, a atitude feminina normal que a mulher desenvolve para compensar a inveja do pénis é de passividade, submissão e dependência.

Karen Horney, a partir de 1924, desafiou as opiniões de Freud, admitindo a influência da cultura que obrigava as mulheres a adaptarem-se aos desejos dos homens e a encararem essa adaptação como um reflexo da sua verdadeira natureza, e recusando a aceitar a anatomia como destino. Ela considerava ser a capacidade da mulher para a maternidade uma prova da sua superioridade fisiológica – o que era invejado pelos homens – e também como evidência de que a vagina, assim como o clitóris, representa um papel na organização genital infantil das mulheres.

II. Pesquisas sobre a sexualidade chocam público americano

A partir da década de 50, o biólogo Alfred Kinsey estudou os hábitos sexuais da nossa cultura, usando métodos quantitativos, e a teoria da transferência clitoriano-vaginal de Freud começou a ser oficialmente desafiada. Kinsey reuniu sete mil de aproximadamente dezassete mil casos ou observações. Numa palestra na Academia de Medicina de Nova York, em 1955, revelou a uma grande plateia atónita de ilustres médicos a ampla variedade de comportamentos sexuais masculinos e femininos, como a masturbação, o homossexualismo, o coito anal e especialmente as relações extraconjugais, praticados em muito maior número do que a sociedade desejava admitir publicamente.

Como Freud e todos os outros grandes pioneiros, Kinsey cometeu alguns erros. Um deles, que afecta o nosso dilema actual (orgasmo clitoriano versus vaginal), nasceu do seu desejo de ser tão científico quanto possível. Numa pesquisa especial do Instituto Kinsey, tentaram determinar quais as áreas dos órgãos genitais femininos mais sensíveis ao estímulo sexual. Três ginecologistas homens e duas mulheres testaram mais de oitocentas voluntárias, tocando dezasseis pontos, inclusive o clitóris, os grandes e pequenos lábios, a mucosa vaginal e o colo do útero.

Desejando ser impessoais e científicos, os experimentadores não quiseram tocar directamente as pessoas pesquisadas. Foi usado então um dispositivo semelhante a uma ponte em Q. Os pesquisadores de Kinsey perceberam que as áreas sensíveis da vagina respondem à pressão forte, mas não ao toque suave, e assim concluíram que o clitóris é sensível e a vagina não.

org
III. O acto sexual é observado em laboratório

Masters e Johnson, encorajados pelo progresso científico do trabalho de Kinsey, decidiram observar, pela primeira vez, o sexo em laboratório. Devido ao erro de Kinsey, eles admitiram que a capacidade da masturbação até atingir o orgasmo pelo estímulo do clitóris era o ponto crucial da resposta sexual feminina normal. “Agora sabemos que eles se esqueceram, ou deixaram passar, as mulheres que funcionam de modo diferente”, disseram eles. Passaram a defender, então, que todos os orgasmos femininos envolvem o clitóris e são fisiologicamente indistinguíveis. Para eles, todos os orgasmos da mulher envolvem o contacto com outras partes da abertura da vagina, provocando uma fricção entre o clitóris e o seu próprio capuz. A mesma fricção que ocorre durante a masturbação pode ocorrer durante o coito.

IV. Orgasmo clitoriano: imaturo ou o único possível?

Para Freud o orgasmo clitoriano era imaturo, para Masters e Johnson, o único orgasmo possível. Em 1977, Alice e Harold Ladas decidiram elaborar e enviar um questionário anónimo para 198 mulheres analistas bioenergéticas, com o objectivo de discutir as diferenças teóricas que envolviam a importância do clitóris. Acreditavam que assim elas estariam mais livres para responder, já que manter interesse pelo clitóris, para elas, era ser imaturo.

A grande conclusão dessa pesquisa foi desafiar a teoria freudiana da transferência clitoriano-vaginal. De acordo com o que responderam, as mulheres não prefeririam abandonar o clitóris em favor da vagina, mas, pelo contrário, adicionar a sensibilidade vaginal ao seu desfrute do estímulo clitoriano!

V. Todas as formas de orgasmo valem a pena

Em 1980, os resultados desse estudo foram apresentados por Alice Ladas no congresso nacional da Sociedade para o Estudo Científico do Sexo, onde demonstrou que os orgasmos não implicam necessariamente o clitóris e também que o orgasmo clitoriano não é imaturo. No mesmo congresso, ela tomou conhecimento pela primeira vez do trabalho de John Perry e Beverly Whipple sobre o ponto G e a ejaculação feminina.

É de admirar que 20 anos depois alguns autores ainda afirmem que todo o orgasmo feminino tem que passar pelo clitóris. Dizem que sempre que a mulher tem orgasmo durante a penetração é porque o clitóris foi estimulado de alguma forma. Mas isso não é verdade, é o tipo de afirmação que prejudica e limita o prazer das mulheres.

A mulher pode ter orgasmo sem haver penetração. Quanto a isso ninguém duvida. Geralmente é assim quando ela se masturba. No aparelho genital externo o orgasmo pode ocorrer em várias partes, principalmente no clitóris e nos pequenos lábios, que são áreas com mais terminações nervosas. Com a penetração do pénis, a mulher pode ter orgasmo de duas formas: contraindo os músculos da vagina e se o ponto G é pressionado e estimulado adequadamente. Isso não impede, entretanto, que, com o movimento do pénis dentro da vagina, o clitóris também seja estimulado. É o que se chama de orgasmo combinado.

VI. As melhores posições para o orgasmo vaginal

A posição do homem e da mulher durante o acto sexual tem relação com o estímulo do ponto G e a cooperação entre os parceiros é fundamental. Gräfenberg, o médico que descreveu esse ponto, afirma que o ângulo que o pénis forma com o corpo tem um significado importante e deve ser tido em conta.

Cada vez mais mulheres conhecem as diferentes formas de prazer sexual. Uma mulher de 25 anos contou a sua experiência: “Com meu ex-namorado acontecia uma coisa que não acontece com os outros parceiros. Quando ficávamos um de frente para o outro, o seu pénis alcançava aquele ponto dentro da minha vagina que me dava um prazer louco. Tinha muitos orgasmos seguidos e às vezes até ejaculava. Acho que era a maneira pela qual o pénis dele ficava erecto, encostado de encontro à sua barriga.”

Mas esse não é a única forma. Para alguns casais, a mulher estando por cima é a melhor posição para estimular a área do ponto G. Neste caso, um pénis de menor tamanho pode até ser mais eficiente do que um maior. Muitas mulheres consideram o orgasmo vaginal qualitativamente superior ao orgasmo clitoriano. Elas declaram que é melhor porque envolve o corpo inteiro, diferente do orgasmo clitoriano, que pode ser mais agudo, talvez mais forte, mas a sensação situa-se apenas na área genital.

Entretanto, isso não significa em absoluto que o orgasmo clitoriano não seja também delicioso. O problema é que há mulheres que se sentem diminuídas, como se fossem menos mulheres, por não conseguir orgasmos vaginais. Isso é um absurdo. Com toda a repressão da sexualidade feminina, seria estranho se o orgasmo da mulher fosse algo simples.

Nenhuma mulher é obrigada a perseguir o orgasmo vaginal, transformando a sua vida sexual numa fonte de ansiedade e sofrimento. Contudo, o sexo é uma aprendizagem. É instintivo e natural apenas para a procriação, mas para o prazer todos temos muito que aprender. Usufruindo, na troca com o outro, do máximo que o sexo nos pode proporcionar, vamo-nos transformando e a vida vai-se tornando cada vez mais apetecível.

Livro consultado: A cama na varanda, Regina Navarro Lins, Editora Rocco, 1997.

A arte da penetração

aartedaDepois dos preliminares e de muita brincadeira chega a hora mais conhecida como “a hora H”, ou os “finalmentes” e se você pensa que é só entrar e depois ficar ali a ir e a voltar aqui está o “algo mais” que todos devem saber:

 - Aposte nos preliminares pois ajudam bastante na lubrificação.

A vagina ou o ânus devem estar lubrificados. No caso da vagina, pode bastar a lubrificação natural que é estimulada durante os preliminares do sexo. Mas pode ser que vocês precisem de um lubrificante extra.

 

- Use lubrificantes à base de água.

Porque além de outras coisas, não há risco de reagir com o preservativo. No caso do sexo anal a lubrificação é lei porque o ânus é uma zona sensível e tende a lesar-se mais facilmente na penetração.

 

- O ideal é fazer uma penetração firme e suave ao mesmo tempo.

Tente orientar as coisas de forma a começar apenas com a cabeça do pénis. Vá fazendo pequenas penetrações. A penetração deve ser feita a pouco e pouco para que ambos se vão acostumando.

 

- Para que tenha bastante precisão nos movimentos e bastante carga erótica, é fundamental que tenha um bom movimento de pélvis.

Fique atento à sua vontade de ter orgasmo. Controle isso. Você pode desenvolver esta sensibilidade. Só deve ir mais fundo na penetração se sentir que não vai chegar lá. Se o seu sensor diz que está para vir, então pare com os movimentos, ou pare com a penetração nesse momento. Volte para as preliminares, baixando um pouco a carga erótica (tesão). Com um pouco menos de tesão, você pode começar novamente a empreitada.

 

- Respire.

A respiração mais controlada vai dar-lhe a calma necessária para não ser precoce e aproveitar ao máximo.

 

- Esteja atento(a) às reacções da(o) sua (seu) parceira(o).

Saiba como ela (e) o está a sentir. Imagine como é bom estar lá dentro, com o seu pénis bem tratado, agasalhado, deslizando num vai e vem delicioso. E vá sem culpa de ser feliz!

 

- Penetre mais o seu pénis, pouco a pouco.

 Assim ela vai-se habituando a ele e você vai se familiarizando com ela.

 

- Depois de uma entrada mais profunda, faça alguns movimentos com a sua pélvis, para a frente e para trás, preenchendo-a.

Volte agora para o raso, sentindo-se novamente “na portinha”. Movimentos de penetrações rasas. E vá fundo novamente, intercalando penetrações rasas e profundas. Assim você vai tocando com arte toda a extensão da vagina, inclusive os locais mais sensíveis.

 

- E quando você estiver com todo o seu pénis dentro dela, deixe que o seu osso púbico pressione o dela.

A mulher pode nesse momento usar as suas mãos para acariciar os seus testículos.

 

Divirta-se!! ;)

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.